
Putz, fiz merda hoje.
A ociosidade provoca uma propensão ao erro muito grande.
Sei que quando se erra sempre tenta-se nomear culpados por assim dizer, culpo meu superego que não me privou do erro.
Agora como os olhos irão se encontrar no corredor? E o pior; acho que as palavras foram pro vento por que ao findar da trilha sonora já não havia o sentimento que outrora havia me feito pensar nas possibilidades.
Essa história vai vazar, tenho certeza. O que posso fazer agora, meu Deus?
Temo por mim, pela minha impulsividade sensitiva, pelo meu orgulho que deve ser salvaguardado de respingos de sujeira...
Aff, esses sentimentos vazios e demasiadamente bobos que brotam me cansam.
Estou velha pra isso
Agora é encarar as consequencias do erro.
Coragem , mulher!
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