quinta-feira, 18 de março de 2010

"Será que a sorte virá num realejo?

Não vou viver como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho aonde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão

Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora


É... mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir



Diz muito do meu momento meio afastada do mundo.
No mesmo instante que precipito-me , recuo logo em seguida.
me é preciso curar algumas feridas que nego em admitir estarem abertas.
Essa carência afetiva me enfraquece e as vezes caio por pensar que amo, quando na verdade personifico o desejo. Como disse o filosofo (não lembro qual), o homem deseja muito mais o sentimento do que o objeto desejado.
Talvez o que me falta agora é encontrar a minha companhia.Aprender a conviver comigo, me aceitar com as complicações e por que não podar o que sobra?
Essas promessas que me fiz, por mais que possam parecer loucas pra quem está fora, continuam fazendo sentido se analisadas fora do contexto sentimental, se pensadas de uma forma racional ,fragmentada do eu.
E...
Eu vou deixar a rua me levar !
Enquanto isso vou cultivando as margaridas que me sobram no jardim.
(Esperando as borboletas me ponho a estar...)

beijo grandão pra todos, Ruthinha que voltou a postar, Jão, Helen, Amanda, H, Zaac. Ghê , Lu, Mamys, Dany, Fah, e Nill


=**

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