
O banco continua vazio,
os carros persistem no ir e vir iluminando com suas luzes azuis ofuscantes as ruas tão cheias de ninguem.
E eu sentada estou a contemplar mais uma vez essa cena repetida e vazia.
São meus dias, minha vida.
Tudo é claro ao mesmo tempo que é escuro.
Tudo é cor ao mesmo tempo que é rubro.
Tudo é nada e nada é simplesmente nada...
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